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Memória da Base | 29/11/2018 às 13:23:00

Homenagem aos guerreiros da Chape

You'll never walk alone.....


Aos nossos eternos guerreiros.....


   Há dois anos uma tragédia abalou o futebol mundial. Na madrugada de 29 de novembro de 2016, o avião da empresa Lamia, que levava a delegação da Chapecoense para a Colômbia caiu, matando 71 pessoas e deixando seis sobreviventes. O time catarinense se dirigia para a disputa da primeira partida da final da Copa Sul-Americana. Ele decolou de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, com destino a Medellin, na Colômbia, e acabou caindo pouco antes de pousar no Aeroporto José María Córdova.
 
Segundo a investigação das autoridades, a queda foi por falta de combustível. Funcionários aeroportuários e de aviação civil e da Lamia foram apontados como culpados por graves falhas técnicas.

Aos poucos, os seis sobreviventes da tragédia tentam retomar suas vidas e deixar para trás tudo que aconteceu. São os casos de Alan Ruschel, Jakson Follmann, Neto, Rafael Henzel, Erwin Tumiri e Ximena Suarez. 
 
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Alan conseguiu voltar aos gramados desde o ano passado e tem atuado normalmente pela Chapecoense. Após a tragédia, casou com a namorada Marina e espera pelo nascimento do filho Luca. Embora ainda tenha dificuldades para fazer alguns movimentos, garante estar em totais condições para jogar. 
 
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Follmann, que perdeu a perna direita no acidente, casou-se com Andressa, sua namorada, e atualmente é embaixador do clube, faz curso para se tornar dirigente e é dono de um clínica que vende próteses para amputados em Chapecó.

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Quanto ao zagueiro Neto, ele tem voltado lentamente aos treinamentos, após duas cirurgias nos joelhos e a expectativa é que ele retorne aos gramados no ano que vem.


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O jornalista Rafael Henzel continua trabalhando na Rádio Oeste Capital FM, em Chapecó. 


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A comissária de bordo Ximena Suarez já disse algumas vezes que sonha voltar a voar, mas que ainda não teve condições psicológicas de entrar em um avião desde a tragédia. Entretanto, trabalha em um aeroporto.


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E o técnico de voo, Erwim Tumiri é o sobrevivente que mais evita a imprensa. Atualmente, ele é piloto particular na Bolívia e está estudando para ser piloto de voo comercial. 
 


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